1.Analise os cases seguintes apresentados por Guérin (2001):
Numa Empresa que fabrica ataduras cirúrgicas, as operadoras têm de garantir, por razões evidentes, uma qualidade de 100% na produção. No entanto são pagas por produção. Se o controle de qualidade detecta uma atadura com problema num lote, elas são obrigadas a rever o lote inteiro, além de manter sua produção.
No entanto a atadura malcerzida, por exemplo, foi fabricada, mas, não apresentando a qualidade requerida para ser vendida, o resultado da atividade das operadoras não é levado em consideração e, consequentemente não é pago.
1.A - Avalie neste case o que representa o resultado do trabalho.
Um chefe de pessoal , a partir de um dado momento, se recusa a contratar mulheres que têm filhos pequenos: “É complicado demais por causa dos férias escolaares e das doenças no inverno.”
Um jovem diplomado não consegue emprego porque não têm experiência profissional. “Como poderia adquiri-la”, diz ele, “se ninguém me contrata? É absurdo!”
O responsável por um banco acaba de contratar jovens universitários. “o que eu preciso é que eles façam a triagem dos cheques. São muito qualificados para isso.”
O empregado de um plano de saúde é encarregado de verificar todos os reembolsos de combustível dos médicos, por julgarem-no capaz de detectar “os que exageram”. De fato, ele conhece as distâncias por que há anos em seu lazer faz turismo de bicicleta.
O chefe de pessoal de uma empresa de eletrônica reclama das jovens operárias que vão a boates no sábado à noite. “Faltariam menos nas segundas-feiras e seriam mais eficientes se ficassem descansando.”
1.B – Analise os cases anteriores e identifique quais características são exigidas de cada operário e como são consideradas as características pessoais que são mobilizadas para o trabalho e para a pessoa em si.
quinta-feira, 5 de março de 2009
Interação empresa e operários buscando produtividade e qualidade de vida.
O que podemos afirmar sobre ergonomia?!
Conceitos básicos de Ergonomia
A Ergonomia (ou fatores humanos) tem histórico recente no país e no mundo. A Associação Brasileira de Ergonomia – ABERGO foi fundada e registrada, em 30 de novembro de 1983. SOARES (2004) presidente dessa associação aponta que o “desenvolvimento da ergonomia está intrinsecamente ligado ao desenvolvimento da tecnologia e, como tal, ao início da revolução industrial no final do século dezenove e início do século vinte”.
Segundo este autor durante a Segunda Guerra Mundial, os estudos do comportamento baseavam-se no uso de testes para a seleção de pessoas para desempenhar determinadas tarefas e na melhoria dos procedimentos de treinamento. O foco era a adaptação das pessoas ao trabalho. Mas especialmente para os sistemas complexos mesmo com os melhores procedimentos de seleção e treinamento, a operação destes excedia a capacidade das pessoas que os operavam Sanders e McCormick (1993) citado por SOARES (2004).
No processo de implementação de novos e avançados sistemas, foi sendo evidenciado que a necessidade de projetar os sistemas e produtos de forma a se considerar “os fatores humanos e ambientais no uso seguro e eficiente de tais sistemas, com uma mudança de foco para a adequação dos equipamentos as pessoas e não o inverso, como era a prática corrente.” (SOARES, 2004; p.1). Dessa forma, a crescente consciência da necessidade da inclusão dos requisitos humanos no projeto dos sistemas foi responsável pelo estabelecimento da ergonomia como disciplina científica e multidisciplinar, segundo SOARES (2004).
No Brasil a Ergonomia teve origem em diferentes vertentes passou a ocupar um lugar de destaque no cenário internacional, particularmente no âmbito latino-americano principalmente a partir da criação da ABERGO.
A partir do ano 2000 foi adotado, pela Associação Internacional de Ergonomia - IEA, uma definição oficial como “uma disciplina científica relacionada ao entendimento das interações entre os seres humanos e outros elementos ou sistemas, e à aplicação de teorias, princípios, dados e métodos a projetos a fim de otimizar o bem estar humano e o desempenho global do sistema.”
A etimologia da palavra ergonomia (do Grego: Ergon = trabalho + nomos = normas, regras, leis) indica o termo como “o estudo da adaptação do trabalho às características dos indivíduos, de modo a lhes proporcionar um máximo de conforto, segurança e bom desempenho de suas atividades no trabalho”.
O Congresso Internacional de Ergonomia realizado em 1969 descreve como definição oficial que:
"A ergonomia é o estudo científico da relação entre o homem e seus meios, métodos e espaço de trabalho. Seu objetivo é elaborar, mediante a contribuição de diversas disciplinas científicas que a compõem, um corpo de conhecimentos que, dentro de uma perspectiva de aplicação, deve resultar numa melhor adaptação ao homem dos meios tecnológicos e dos ambientes de trabalho e de vida." (Congresso Internacional de Ergonomia, 1969). Fonte: PUC-Rio
Como resultado de estudos recentes é importante considerar a posição de autores entre os quais Montmollin, M. (1971) em acordo com Leplat, J (1972) que vê a Ergonomia como tecnologia cujo objeto é a organização dos sistemas homem-máquina. Para Grandjean, E. e Self - Ergonomia é uma ciência interdisciplinar que compreende a fisiologia e a psicologia do trabalho na perspectiva de uma melhor adaptação ao homem dos métodos, meios e ambientes de trabalho. Segundo Grandjean, E. o objetivo prático da Ergonomia é “a adaptação do posto de trabalho, dos instrumentos, das máquinas, dos horários, do meio ambiente às exigências do homem. A realização de tais objetivos, ao nível industrial, propicia uma facilidade do trabalho e um rendimento do esforço humano” (1968).
Ainda para Wisner a Ergonomia é o conjunto de conhecimentos científicos relativos ao homem e necessários a concepção de instrumentos, máquinas e dispositivos que possam ser utilizados com o máximo de conforto e eficácia (1972).
Como é possível observar a Ergonomia é considerada por alguns autores como ciência, enquanto geradora de conhecimentos. Enquanto outros a enquadram como tecnologia, por seu caráter aplicativo, de transformação. Apesar das divergências conceituais, alguns aspectos são comuns as várias definições existentes:
a aplicação dos estudos ergonômicos;
a natureza multidisciplinar, o uso de conhecimentos de várias disciplinas;
o fundamento nas ciências;
o objeto: a concepção do trabalho.
Vale considerar que os ergonomistas contribuem para o planejamento, projeto e a avaliação de tarefas, postos de trabalho, produtos, ambientes e sistemas de modo a torná-los compatíveis com as necessidades, habilidades e limitações das pessoas.
O objeto e objetivo da ergonomia
O trabalho é na ergonomia o campo de aplicação possível de intervenção que tem como objetivo produzir conhecimentos específicos sobre a atividade do trabalho humano. Nesse sentido, a carga do trabalhador na atividade do trabalho específica a cada trabalhador é considerada no processo de produção de conhecimentos dessa área. Como produtos, os procedimentos ergonômicos são sempre orientados pela perspectiva de transformação da realidade em cada caso, cujos resultados obtidos irão depender em grande parte da necessidade da mudança.
Os métodos de estudo envolvem processos de decomposição e recomposição da atividade complexa do trabalho analisada e que deve ser transformada. Neste processo objetiva-se ocultar o mínimo possível a complexidade do trabalho real para que as transformações e produtos expressem com fidedignidade as demandas do trabalho e do trabalhador.
A ergonomia e a organização do trabalho são temas de interesse tanto de pesquisadores de universidades que pesquisam os fatores humanos relativos ao processo de trabalho: ambiente, saúde e segurança, quanto é também foco de interesse de empresas e desenvolvedores de sistemas que trabalham na produção de materiais e equipamentos que permitem uma atuação mais adequada ao ser humano na realização de tarefas do trabalho.
A ergonomia é atualmente, para diferentes profissionais incluindo os da área de saúde, uma opção de atividade profissional. Os profissionais da área de ergonomia atuam normalmente em colaboração com outros profissionais, de forma multidisciplinar, como engenheiros, médicos, arquitetos, designers, fisioterapeutas e outros no desenvolvimento de projetos de sistemas e produtos, com objetivos de identificar e analisar demandas de usuários e profissionais nas diferentes áreas de trabalho humano e para projetar e validar soluções de melhorias de sistemas e produtos.
Segundo o site da ABERGO a ergonomia possui os seguintes domínios de especialização:
Ergonomia física | relacionada com às características da anatomia humana, antropometria, fisiologia e biomecânica em sua relação a atividade física. Nesse caso são incluídos “o estudo da postura no trabalho, manuseio de materiais, movimentos repetitivos, distúrbios músculo-esqueletais relacionados ao trabalho, projeto de posto de trabalho, segurança e saúde.”
Ergonomia cognitiva - relaciona-se “aos processos mentais, tais como percepção, memória, raciocínio e resposta motora conforme afetem as interações entre seres humanos e outros elementos de um sistema”. Os temas incluem “o estudo da carga mental de trabalho, tomada de decisão, desempenho especializado, interação homem computador, stress e treinamento conforme esses se relacionem a projetos envolvendo seres humanos e sistemas”.
Ergonomia organizacional trata da “otimização dos sistemas sóciotécnicos, incluindo suas estruturas organizacionais, políticas e de processos”. São relevantes “o estudo das comunicações, gerenciamento de recursos de tripulações (CRM - domínio aeronáutico), projeto de trabalho, organização temporal do trabalho, trabalho em grupo, projeto participativo, novos paradigmas do trabalho, trabalho cooperativo, cultura organizacional, organizações em rede, tele-trabalho e gestão da qualidade”.
De acordo com a Associação Internacional de Ergonomia – IEA, atualmente, a os profissionais de Ergonomia no Brasil podem ser formados em nível de pós-graduação através de cursos de Especialização [lato sensu]. Tais cursos incluem conhecimentos básicos de Psicologia, Anatomia e Fisiologia, Organização do Trabalho, Design e métodos de Avaliação e Tecnologia da informação. Segue-se a avaliação do efeito da tarefa e do ambiente nas pessoas. Nessa fase, incluem-se, entre outros, a tomada de decisões, a comunicação, a vigilância e o envelhecimento; as posturas sentadas, o layout e o design de equipamentos; os fatores ambientais, tais como, o ruído e a vibração, a iluminação, a climatização e os efeitos de contaminadores biológicos e químicos; os fatores organizacionais: o trabalho em turnos, os acidentes e a segurança do trabalho, os efeitos de sistemas sociais, a motivação e a alienação. Existem ainda cursos de pós-graduação stricto sensu (os mestrados e os doutorados) que compreendem a ergonomia enquanto área de conhecimento ou linha de pesquisa, embora, atualmente ainda não existem cursos de mestrado ou de doutorado em ergonomia no Brasil.
Em grupos discutir e produzir uma síntese que inclua:
# Descrição de profissional que poderia ocupar ou que ocupa, atualmente, nas empresas a função de discutir o trabalho e as necessárias adequações dos recursos e processos como tempo/movimentos/espaço aos trabalhadores e empresas.
# Registre pelo menos cinco objetos ou adaptações de tempo, espaço ou outro que são observáveis numa empresa e podem ser considerados produtos resultantes de estudos ergonômicos.
# Mediante o estudo do texto anterior e a discussão no grupo escreva uma conceituação de ergonomia que represente um consenso.
Conceitos básicos de Ergonomia
A Ergonomia (ou fatores humanos) tem histórico recente no país e no mundo. A Associação Brasileira de Ergonomia – ABERGO foi fundada e registrada, em 30 de novembro de 1983. SOARES (2004) presidente dessa associação aponta que o “desenvolvimento da ergonomia está intrinsecamente ligado ao desenvolvimento da tecnologia e, como tal, ao início da revolução industrial no final do século dezenove e início do século vinte”.
Segundo este autor durante a Segunda Guerra Mundial, os estudos do comportamento baseavam-se no uso de testes para a seleção de pessoas para desempenhar determinadas tarefas e na melhoria dos procedimentos de treinamento. O foco era a adaptação das pessoas ao trabalho. Mas especialmente para os sistemas complexos mesmo com os melhores procedimentos de seleção e treinamento, a operação destes excedia a capacidade das pessoas que os operavam Sanders e McCormick (1993) citado por SOARES (2004).
No processo de implementação de novos e avançados sistemas, foi sendo evidenciado que a necessidade de projetar os sistemas e produtos de forma a se considerar “os fatores humanos e ambientais no uso seguro e eficiente de tais sistemas, com uma mudança de foco para a adequação dos equipamentos as pessoas e não o inverso, como era a prática corrente.” (SOARES, 2004; p.1). Dessa forma, a crescente consciência da necessidade da inclusão dos requisitos humanos no projeto dos sistemas foi responsável pelo estabelecimento da ergonomia como disciplina científica e multidisciplinar, segundo SOARES (2004).
No Brasil a Ergonomia teve origem em diferentes vertentes passou a ocupar um lugar de destaque no cenário internacional, particularmente no âmbito latino-americano principalmente a partir da criação da ABERGO.
A partir do ano 2000 foi adotado, pela Associação Internacional de Ergonomia - IEA, uma definição oficial como “uma disciplina científica relacionada ao entendimento das interações entre os seres humanos e outros elementos ou sistemas, e à aplicação de teorias, princípios, dados e métodos a projetos a fim de otimizar o bem estar humano e o desempenho global do sistema.”
A etimologia da palavra ergonomia (do Grego: Ergon = trabalho + nomos = normas, regras, leis) indica o termo como “o estudo da adaptação do trabalho às características dos indivíduos, de modo a lhes proporcionar um máximo de conforto, segurança e bom desempenho de suas atividades no trabalho”.
O Congresso Internacional de Ergonomia realizado em 1969 descreve como definição oficial que:
"A ergonomia é o estudo científico da relação entre o homem e seus meios, métodos e espaço de trabalho. Seu objetivo é elaborar, mediante a contribuição de diversas disciplinas científicas que a compõem, um corpo de conhecimentos que, dentro de uma perspectiva de aplicação, deve resultar numa melhor adaptação ao homem dos meios tecnológicos e dos ambientes de trabalho e de vida." (Congresso Internacional de Ergonomia, 1969). Fonte: PUC-Rio
Como resultado de estudos recentes é importante considerar a posição de autores entre os quais Montmollin, M. (1971) em acordo com Leplat, J (1972) que vê a Ergonomia como tecnologia cujo objeto é a organização dos sistemas homem-máquina. Para Grandjean, E. e Self - Ergonomia é uma ciência interdisciplinar que compreende a fisiologia e a psicologia do trabalho na perspectiva de uma melhor adaptação ao homem dos métodos, meios e ambientes de trabalho. Segundo Grandjean, E. o objetivo prático da Ergonomia é “a adaptação do posto de trabalho, dos instrumentos, das máquinas, dos horários, do meio ambiente às exigências do homem. A realização de tais objetivos, ao nível industrial, propicia uma facilidade do trabalho e um rendimento do esforço humano” (1968).
Ainda para Wisner a Ergonomia é o conjunto de conhecimentos científicos relativos ao homem e necessários a concepção de instrumentos, máquinas e dispositivos que possam ser utilizados com o máximo de conforto e eficácia (1972).
Como é possível observar a Ergonomia é considerada por alguns autores como ciência, enquanto geradora de conhecimentos. Enquanto outros a enquadram como tecnologia, por seu caráter aplicativo, de transformação. Apesar das divergências conceituais, alguns aspectos são comuns as várias definições existentes:
a aplicação dos estudos ergonômicos;
a natureza multidisciplinar, o uso de conhecimentos de várias disciplinas;
o fundamento nas ciências;
o objeto: a concepção do trabalho.
Vale considerar que os ergonomistas contribuem para o planejamento, projeto e a avaliação de tarefas, postos de trabalho, produtos, ambientes e sistemas de modo a torná-los compatíveis com as necessidades, habilidades e limitações das pessoas.
O objeto e objetivo da ergonomia
O trabalho é na ergonomia o campo de aplicação possível de intervenção que tem como objetivo produzir conhecimentos específicos sobre a atividade do trabalho humano. Nesse sentido, a carga do trabalhador na atividade do trabalho específica a cada trabalhador é considerada no processo de produção de conhecimentos dessa área. Como produtos, os procedimentos ergonômicos são sempre orientados pela perspectiva de transformação da realidade em cada caso, cujos resultados obtidos irão depender em grande parte da necessidade da mudança.
Os métodos de estudo envolvem processos de decomposição e recomposição da atividade complexa do trabalho analisada e que deve ser transformada. Neste processo objetiva-se ocultar o mínimo possível a complexidade do trabalho real para que as transformações e produtos expressem com fidedignidade as demandas do trabalho e do trabalhador.
A ergonomia e a organização do trabalho são temas de interesse tanto de pesquisadores de universidades que pesquisam os fatores humanos relativos ao processo de trabalho: ambiente, saúde e segurança, quanto é também foco de interesse de empresas e desenvolvedores de sistemas que trabalham na produção de materiais e equipamentos que permitem uma atuação mais adequada ao ser humano na realização de tarefas do trabalho.
A ergonomia é atualmente, para diferentes profissionais incluindo os da área de saúde, uma opção de atividade profissional. Os profissionais da área de ergonomia atuam normalmente em colaboração com outros profissionais, de forma multidisciplinar, como engenheiros, médicos, arquitetos, designers, fisioterapeutas e outros no desenvolvimento de projetos de sistemas e produtos, com objetivos de identificar e analisar demandas de usuários e profissionais nas diferentes áreas de trabalho humano e para projetar e validar soluções de melhorias de sistemas e produtos.
Segundo o site da ABERGO a ergonomia possui os seguintes domínios de especialização:
Ergonomia física | relacionada com às características da anatomia humana, antropometria, fisiologia e biomecânica em sua relação a atividade física. Nesse caso são incluídos “o estudo da postura no trabalho, manuseio de materiais, movimentos repetitivos, distúrbios músculo-esqueletais relacionados ao trabalho, projeto de posto de trabalho, segurança e saúde.”
Ergonomia cognitiva - relaciona-se “aos processos mentais, tais como percepção, memória, raciocínio e resposta motora conforme afetem as interações entre seres humanos e outros elementos de um sistema”. Os temas incluem “o estudo da carga mental de trabalho, tomada de decisão, desempenho especializado, interação homem computador, stress e treinamento conforme esses se relacionem a projetos envolvendo seres humanos e sistemas”.
Ergonomia organizacional trata da “otimização dos sistemas sóciotécnicos, incluindo suas estruturas organizacionais, políticas e de processos”. São relevantes “o estudo das comunicações, gerenciamento de recursos de tripulações (CRM - domínio aeronáutico), projeto de trabalho, organização temporal do trabalho, trabalho em grupo, projeto participativo, novos paradigmas do trabalho, trabalho cooperativo, cultura organizacional, organizações em rede, tele-trabalho e gestão da qualidade”.
De acordo com a Associação Internacional de Ergonomia – IEA, atualmente, a os profissionais de Ergonomia no Brasil podem ser formados em nível de pós-graduação através de cursos de Especialização [lato sensu]. Tais cursos incluem conhecimentos básicos de Psicologia, Anatomia e Fisiologia, Organização do Trabalho, Design e métodos de Avaliação e Tecnologia da informação. Segue-se a avaliação do efeito da tarefa e do ambiente nas pessoas. Nessa fase, incluem-se, entre outros, a tomada de decisões, a comunicação, a vigilância e o envelhecimento; as posturas sentadas, o layout e o design de equipamentos; os fatores ambientais, tais como, o ruído e a vibração, a iluminação, a climatização e os efeitos de contaminadores biológicos e químicos; os fatores organizacionais: o trabalho em turnos, os acidentes e a segurança do trabalho, os efeitos de sistemas sociais, a motivação e a alienação. Existem ainda cursos de pós-graduação stricto sensu (os mestrados e os doutorados) que compreendem a ergonomia enquanto área de conhecimento ou linha de pesquisa, embora, atualmente ainda não existem cursos de mestrado ou de doutorado em ergonomia no Brasil.
Em grupos discutir e produzir uma síntese que inclua:
# Descrição de profissional que poderia ocupar ou que ocupa, atualmente, nas empresas a função de discutir o trabalho e as necessárias adequações dos recursos e processos como tempo/movimentos/espaço aos trabalhadores e empresas.
# Registre pelo menos cinco objetos ou adaptações de tempo, espaço ou outro que são observáveis numa empresa e podem ser considerados produtos resultantes de estudos ergonômicos.
# Mediante o estudo do texto anterior e a discussão no grupo escreva uma conceituação de ergonomia que represente um consenso.
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